A APS encabeça a contestação às mudanças na regulação pretendidas pelas Finanças.
Com excepção do secretário de Estado do Tesouro e Finanças não se ouviram, no Fórum de ontem, vozes de apoio à reforma da supervisão financeira que o Governo quer introduzir. As Finanças anunciaram em Setembro do ano passado a implementação de um modelo dualista para supervisão financeira, para substituir a actual estrutura tripartida, assente no Banco de Portugal, Comissão do Mercados de Valores Mobiliários (CMVM) e Instituto de Seguros de Portugal (ISP). A especificidade do sector e as dúvidas quanto às virtudes do modelo "twin peaks" foram as principais críticas apontadas.