Jorge Coelho, CEO da Mota-Engil
A Mota-Engil lidera as subidas no PSI 20, puxada pela adjudicação de contratos no Peru e pela compra de uma empresa no Brasil.
As acções da Mota-Engil sobem 5,5% para 2,23 euros, naquele que é o melhor desempenho na praça portuguesa.
A motivar os fortes ganhos da construtora liderada por Jorge Coelho estão negócios no Peru e no Brasil. A subsidiária da Mota-Engil, a Translei, ganhou um concurso no Peru referente a dois contratos que totalizam 43 milhões de euros. Para além disso, a construtora portuguesa comprou 50% da empresa de resíduos Geo Vision no Brasil, no valor de 21 milhões.
"Os contratos ganhos no Peru têm um impacto benéfico maior, mas o negócio do Brasil é também positivo", explicou Pedro Lino, CEO da Dif Broker, à 'Reuters'.
"Sinais claros que a Mota está a diversificar de Portugal e do seu mercado 'core', apostando forte em mercados emergentes, o que é positivo para os títulos da construtora a longo prazo", acrescentou.
A mesma opinião é partilhada por Carlos Diogo, ‘trader' da Intervalores, que considera que "estas notícias têm sempre um impacto positivo".