Teixeira dos Santos para consensualizar tentou incluir pelo menos uma medida que vá ao encontro das ambições de cada um dos partidos.
O Governo deverá poder contar novamente com o aval da direita para dar um sinal no Parlamento de que a estratégia para consolidar as contas públicas até 2013 tem credibilidade. Ontem, o Governo apresentou o Programa de Estabilidade e Crescimento aos partidos e pediu um "consenso tão alargado quanto possível", revelando que vai colocar o documento a votação, como o Diário Económico já tinha avançado. PSD e CDS não se comprometeram, mas deixaram sinais de que serão novamente responsáveis: "É preciso dar sinais de credibilidade para que Portugal não seja um dia uma Grécia", referiu Paulo Portas.