O presidente da TAP confirmou intenção de sair. Mas a privatização pode prolongar a sua gestão.
Fernando Pinto está pronto para abandonar a TAP no final do actual mandato, mas até que isso aconteça tem uma longa lista de pendentes para resolver. A começar pelo conflito laboral dos pilotos, passando pela venda da Groundforce e pela estabilização dos resultados da companhia aérea.
O conflito com o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, com quem a TAP não chegou a acordo para a revisão do Acordo de Empresa (AE) ao fim de cinco meses de negociações, deixa o presidente da TAP numa situação difícil. "A administração da TAP não pode sair bem desta fotografia porque não teve a capacidade de levar as negociações a bom porto", diz fonte do sector.